S.O.M.O.S....S.I.M....P.E.R.I.F.E.R.O.Z.E.S....D.A....P.E.R.I.F.E.R.I.A

S.O.M.O.S....S.I.M....P.E.R.I.F.E.R.O.Z.E.S....D.A....P.E.R.I.F.E.R.I.A
PERIFEROZES
(Alexandre Cardoso/ Bérico/ Mestre Negativo/ Luiz Paulo)


Brilhou a esperança quilombola raiou, a felicidade
Acotirene, Ganga-Zumba, Zumbi dos Palmares
Negros que lutaram para o que somos hoje em dia
no Brasil

Quando padres, pastores e pajés, tentam com suas
Filosofias, nos acalmar
Vamos levantar as mãos pro céu e agradecer o pão
De cada dia
Por que somos

Periferozes da Periferia
E o protesto vira samba , capoeira, futebol e alegria

A felicidade de um periférico é uma felicidade guerreira
contra a opressão, discriminação e a violência nas
favelas do Brasil

A molecada passa o dia inteiro na rua jogando bola
Não tem poliesportivo, mas a pelada é que rola
Se segunda a sexta-feira todo mundo trabalhando
A nossa realidade não é só ficar sonhando
Sábado feirinha, domingo tem som
Na periferia, todo mundo é sangue bom
Mas existe controvérsia nessa tal realidade
Por que no fundo, no fundo não é essa tal felicidade
Sem grana, sem emprego, sem saúde, educação
Muita gente faz de tudo um pouco
Sem saber se isso é bom
Imagine você, andando coisa e tal
De repente ser parado pra tomar uma geral
De um policial

Para aí rapaz
Mão na cabeça e abre as perna!
Que cê ta escondendo aí?
Nada não Sinhô !?

Periferozes da Periferia
E o protesto vira samba , capoeira, futebol e alegria

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Não andamos em bons carros; não jogamos bola em campos gramados ou quadras de tábua; nossas casas são, na maioria das vezes, de tijolo nú ou rebocadas, nosso trabalho quase nunca é valorizado, não ganhamos bem, não temos um bom serviço de saúde e nem muito menos boa educação. Não temos quase nada do que vocês tem. Também não fazemos parte de uma comunidade endinheirada e infeliz, preoculpada e estressada. O que temos de verdade, é um bom sorriso no rosto dia a dia!
Vivemos bem, com o pouco. Ele é suficiente pra nos fazer feliz. Vivemos, mês a mês, com o resto que vocês não fizeram questão de pegar. Ah, obrigado heim....!
Não moramos em condomínos fechados, mas temos patrulhas 24hs em nossas ruas. Quase um segurança por morador.
Sonhamos, sonhamos... mas as 05:00 AM o despertados nos desperta pra realidade que só não dói, por que existe aqui um tal espírito: abrimos o portão e damos vários bons dias. Não descemos por elevadores vazios em lotação máxima pra pegar o carro e ser mais um sozinho no trânsito. Pedimos pra segurar a sacola pesado do outro que viaja em pé no coletivo.
Não temos piscina de cimento, mas estamos feliz na melhor piscina do mundo segurando um copo de qualquer coisa quando posamos pra foto. Nossa piscina não é de azulejo, mas enchem os olhos dos nossos filhos que nadam com aquele sorriso na boca.
Não me sinto sozinho aqui. Da minha janela vejo várias outras. E, que ótimo: uma das minhas dá visão pro terreiro do meu vizinho.
Sábado o povo se encontra na rua, no bar, na feira ou na casa de alguém. No domingo, acordamos cedo com o som do vizinho que vara o dia. "- Vai uma carninha aee mano? Sobe aee, na laje!!!"
Quando pensamos que não, a molecada descalça, sem camisa e de pé no chão, sobe no muro, bate no portão e até grita pedindo de volta a bola que caiu em nosso terreiro.
A violência? Os caras só estão utilizando do próprio sistema... É claro que sofremos.
Distorção e distorção. A mídia não perdoa. Não tenha medo. Não é o que dizem.
Se arrisca a vir pra cá e descobrir / sentir que espírito é esse que une essa gente.
Você não morrerá aqui... agente não morre.
Vem,
Vem ver agente ganhar cada dia no dente.
Vem,
Vem ver o que é ser um periferoz ardente!
Quem conhece não quer ter outro espírito de vida, não quer sair daqui! Não queremos.
Mas você ?!
Está louco pra entrar.
Vem se lambuzar.
Vem ser vil principe! Pode entrar.
Vem, juntos vamos ser periferozes da periferia[/
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Diego Sênesi


OBS.: Foto retirada da internet.
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# Posté le lundi 13 avril 2009 00:54

Modifié le jeudi 16 avril 2009 00:42

CONVERSA DE ÔNIBUS

CONVERSA DE ÔNIBUS


Não é necessário que você se concentre pra ler esse texto, mas se você não quer a impressão de ter perdido tempo lendo mais texto superficial da internet, é importante que você se abra para as questões que nele são levantadas. É só mais um texto, repleto de idéias imaturas talvez, ditas por jovens... mas que revela um potencial conteúdo.


Quatro colegas de turma, sainda da universidade onde cursam teatro, entram num ônibus pra retornarem a seus lares. Naturalmente, ali se dá uma conversa:

Ismo:
Mudando de assunto, o que vocês estão achando do curso?
Capi:
Esta sendo bem diferente do que eu imaginava. Essas aulas estão me esgotando, todas trabalham com o corpo. Achei que tivesse mais de teatro desde o primeiro período.
Ismo:
Eu estou começando a me arrepender de não ter prestado vestibular pra letras...
Tali:
Bom, eu estou achando ótimo o curso! Teatro é isso mesmo: preparação, principalmente corporal, pois é o instrumento de trabalho do ator, que nos permite projetar toda e qualquer emoção que pretendemos expressar. Suponho que vocês já tenham tido contato com teatro dessa forma antes...
Capi:
Sim, mas ta demais...
Ismo:
Durante seis anos.
Tali:
Ismo, acho que você não vai concluir o curso, se na terceira aula já está assim, imagina no final desse período...
Intro:
Aqui, vocês já se decidiram por Licenciatura ou Bacharelado?
Tali:
Eu vou optar primeiro por Licenciatura, até mesmo por que já dou aula de teatro.
Capi:
Vou fazer bacharelado, não suporto gente. Não tenho paciência pra ensinar.
Tali:
Odeia trabalhar com gente fazendo teatro? Louco isso!
Intro:
Queria fazer licenciatura só pra aprender Didática.
Tali:
Ela está dentro de você, apenas desenvolvemos-a!
Ismo:
Não me interessa, quero ficar milionário...
Tali:
Você sabe das consequências de se ficar milionário hoje nesse nosso sistema capitalista?
Ismo:
...
Tali:
Bom, dinheiro não dá em árvore. Não há uma fonte pra ele. Ele Simplesmente existe, é um ciclo fechado, um numero exato disponível. Se você quer ter mais do que é necessário e de direito, acaba prejudicando outros. Não dá pra todos ficarem milionários. Quero apenas ter o meu. O que é de direito pra todos.
Ismo:
O que esta querendo dizer?
Ismo:.
Que não acho justo alguns serem milionários e outros tão miseráveis
Ismo:
Se todo mundo sabe disso, por que não fazem nada pra mudar? Burros!
Tali:
Eles não sabem o que estão acontecendo! Olhe lá pra fora e me diga se há alguma propaganda que não emprega valores consumistas ou seja abstrata, te fazendo pensar? Não há quase nada! Tudo está mastigado. Pensar e questionar não é interessante para este sistema capitalista. Por isso, não estamos treinados e acostumados a pensar. Eles já fazem isso pra gente. E fazem em prol dos interesses deles.
Ismo:
Eles quem?
Tali:
Os milionários, os beneficiados por esse sistema.
Ismo:
Isso é injusto. Eles ficaram ricos trabalhando.
Tali:
Sim, mas o trabalho deles explora a mão-de-obra da massa. Visando lucros sempre maiores, eles pagam mal os serviços contratados e acabam concentrando a renda que era pra ser distribuida. Isso gera a desigualdade.
Ismo:
A consequência do capitalismo é o capital, e não a desigualdade.
Tali:
Não, não. Capital é o objetivo do capitalismo. E a desigualdade é a sua consequência.
Ismo:
Não me preoculpo com os outros. Quero ser mais um beneficiado desse sistema.
Tali:
Cara, você mexe com arte, e ela é antes de tudo humanística...
Ismo:
Você fala de mim e dos outros, o que faz então pra mudar alguma coisa?
Tali:
Primeiramente eu não estou panfletando nada! Apenas estou compartilhando com você um pensamento meu. Vivi na arte um processo de libertação social, de desalienação e de auto-reconhecimento; coisas que a arte naturalmente faz com qualquer indivíduo que se entrega a ela. Nos tornamos mais sensíveis, mais humanos, mais críticos e conscientes de tudo. E eu apenas levo isso pros meus alunos.
Ismo:
Então você chega na sala, faz uma roda e joga um tanto de "verdade" na cara dos seus alunos; escreve no quadro: "Vocês estão alienados, vamos mudar isso!".
Tali:
Minhas verdades são só minhas. Eles que descubram as deles percorrendo os caminhos deles, não os meus. E que eu faço pra que isso aconteça? Nada! Está no proceso natural da arte. A única coisa que ue posso fazer é levar uma aula de teatro de qualidade, pra que eles se descubram, ou não, na arte.
Ismo:
Hum... to te entendendo. Você leva arte pros seus alunos, eles se libertam, descobrem as verdades deles e promovam as mudanças deles...
Tali:
Talvez aconteça, talvez não. Ficaria feliz se ficassem pelo menos mais conscientes e desalienados.
Ismo:
Você é socialista?
Tali:
Não quero o socialismo, mas quero o social. Acredito que não chegaremos um dia ao socialismo como é entendido hoje. E o capitalismo, como é, não se sustentará pra sempre.
Ismo:
Você é bonzinho então.
Tali:
kkkkkkkkkk! Bonzinho? De geito nenhum. Só não acho justo que uns tenham tanto e outros quase nada.
Ismo:
É de se pensar...

Tlêlêlêlêlêlê....
Ora de descer. Capi desceu dois pontos antes, Tali, desce e segue seu caminho. Ismo e Intro seguem cada um para as suas casas. Mas antes:


Ismo:
(irônico) Pra onde você está indo? Vai fazer uma revolução?
Tali:
Não percebeu? Já está contecendo!


Diário de Bordo

18 de Março
17:50: Acontece a conversa no ônibus da qual o artigo foi inspirado.

19 de MArço
01:23 AM: Nasce as primeiras linhas do artigo. Mas o computador misteriosamente fecha a janela do programa em que eu escrevia, fazendo com que o feto desaparecesse.

20 de Março
21:40: A criação do artigo recomeça.
22:59: O programa parou de funcionar, apagando de novo o que já estava criado.
23:10: Reparação do programa.
23:47: Programa recuperado. Idéias anotadas no papel.

21 de Março
21:21: Novo recomeço.
23:50: Artigo concluido.


Diego Sênesi
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# Posté le samedi 21 mars 2009 23:08

Modifié le mardi 31 mars 2009 00:23

Relatos de um cotidiano simples e duro: desculpasde menino.

Então eu pego o ônibos ainda vazio para o retorno ao meu lar. Durante o percurso, ele vai se enchedo de passageiros. Me encontro no primeiro banco reservado a idosos e deficientes. Entra uma senhora e se senta ao meu lado.
- Com licença! Diz ela
- Claro! Eu respondo.
Viajamos em silêncio, ignorando toda e qualquer outra existência humana ali dentro, como sempre fazem as pessoas. Eis que entra na condução um menino de rua - 13 ou 14 anos, não mais - , que pegava carona do centro até o bairro de destino, para ser a excessão da regra . Ele fica em pé na área reservada, não há mais lugares disponíveis, ao lado da mesma senhora. Ela, por sua vez, ingnora a presença dele. Mas ao contrário do que pensam, ele não a ignora.
O menino está bem sujo e fede. Tem conhecimento da sua condição e seu cheiro, e se incomoda com isso.
- Ta com um cheiro estranho aqui no ônibus num ta? comenta o menino com a velha.
- Ta sim. Responde ela educadamente
- É... esse ônibus ta fedendo hoje... completa ele.
O ônibus não fedia nada. O cheiro vinha dele, e ele sabia disso. Se trata de uma criança, uma criança que é vítima de um sistema viciado em capital e que pra consegui-lo, gera desigualdade e explora os não beneficiados. É uma crinaça que só queria ser como as outras que vê na rua, queria estar limpa, cheirosa e ser bem vista. É uma criança ferida pelos olhares desconfiados que a atingem e pela rejeição que sofre. E é a mesma criança que não consegue ignorar a presença daquela senhora e que quer pelo menos não ser rejeitado por causa do seu cheiro ou aparencia pela figura da avó que não tem. Talvez o que essa criança quer, e não tem nem dos seus "colega"s de rua, é apenas um sorriso acolhedor. Queria ser aceita talvez...
Ao contrário do que certamente pensava a velha, o menino seria incapaz de praticar qualquer ação contra ela. Seu coração por enquanto, ainda é bom e puro. Ele chega a se preoculpar com o seu cheiro que é sentido pela senhora, se preoculpa com ela (talvez o seu bem estar), e se desculpa através através de um diálogo. É certamente uma criança que luta contra a sua situação, mas, sem ajuda, se vê a cada dia mais acorrentado nela. Quisera ele ser como todos os outros passageiros que devidamente pagam sua passagem.
Ele é culpado?
O olhar da criança pede ajuda, e a voz sai em tons de desculpas.


RELATO DEUM COTIDIANO SIMPLES E DURO: DESCULPAS DE MENINO


Diego Sênesi
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# Posté le dimanche 15 mars 2009 12:26

Modifié le dimanche 15 mars 2009 17:33

Vomito irônico...

Vomito irônico...
Buáááááaááá´... #@%¨8%$&

Foi mal, acabei vomitando em você!!! Psypsy aiai

Realmente a vida é foda... Ironia é foda... Pra quem gosta de Pokemon, o Psyduck é um dos mais inoportunos pokemons... mas basta que o pavil dele acabe... e pronto: quem se arrisca a ser o próximo???

Na guerra da ironia, sai na frente quem tem dominio da mente humana, o psico-jogador, e perde quem não tem resistencia e paciênca pra o jogo. Exemplos simples temos no ônibus: Basta uma senhora dar um sorrisinho mortal qualquer (ela é quase uma Karatê Kid) para um outro mortal qualquer que ocupa o assento que é de direito dela no ônibus, pra que todo o restante da viajem se torne mentalmente caótico e desgastante caso ele não se levante e seda o lugar dela pra ela mesmo. Caso ele não se sinta incomodado, consegue vencer a velha por resistência. A senhora tenta a psico-irônia. E ele que finje de bobo só para gozar um pouco mais do prazer que é ter a sua bunda amassada pelo assnto da velha (ai ai ai ui ui... SS), vence a implacável psico-jogadora.
P.S. Fingir de bobo é uma boa estratégia dos grandes e outra arma muito usada involuntariamente pelos iniciantes... Já ouviram aquela frase: sorte de iniciante? ou até aquela mesmo: Hum, esse tem futuro... Pois é, ele finge de bobo.

Quando crescer quero ser igual a você... Psy aiaiai !

pokeagenda: Psyduck, um pockemon terrestre, com grandes poderes psiquicos. É teimoso e exige de seu treinador muito esforço para treiná-lo. Em uma batalha sempre apanha gratuitamente no inicio. Isso dura até que seus poderes psiquicos sejam ativas pelo stress de shoque reicidentes. Quando possui pleno domínio dos seus poderes, Psyduck chega a incomodar os grandes e evoluidos pokemons, vencendo suas batalhas na maioria das vezes que utilizas esses poderes.

Ironiagenda: Ironia, uma sabedoria impar com grandes tendencias comicas. Utiliza dessa ironia pra derrubar grandes defesas pessoais: timidez, metideza, "achismo"... entre outras. Num mesmo tom, o bom jogador diz coisas catastróficas e lisongiosas a um mesmo ser. Para ter seu o pleno domínio, seu possuidor (da ironia) precisa treinar, e praticar sempre. Ele irá perder muitas batalhas e jogos fajutos. Pode se confundir consigo mesmo facíl, facíl e ser taxado de fraco. Deve jogar a bandeira muitas vezes. Mas também pode tentar a evasiva, a "fingir de bobo" e até mesmo a resistência. Dá resultado. Você pode até ouvir que ta começando a ficar bom e evoluir com isso.

- Foi assim mesmo que aconteceu comigo Ironiagenda, que emoção... Fiquei confuso comigo em um dia, então um psyco-jogador começou a jogar comigo pelo msn... eu fui ficando mal, muito mal... oprimido e depressivo... Depois consegui sair do caos intimo que me encontrava e joguei... joguei... joguei... até ouvir uma "Eu não aguento mais... tchau!" do grande adversário. Eu me senti evoluindo... Eu sou um filho da puta ironiagenda, eu filho de uma Fudiguiçona... Psy aiaiai

Diego Sênesi
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# Posté le dimanche 15 mars 2009 00:16

Modifié le dimanche 15 mars 2009 17:59

I.N.T.E.L.I.G.E.N.C.I.A. A.R.T.I.F.I.C.I.A.L

I.N.T.E.L.I.G.E.N.C.I.A.    A.R.T.I.F.I.C.I.A.L
Tudo aconteceu lá tras, quando surgimos pela primeira vez...
Eu não era ninguém, eu nem existia...
Fui criado pra tampar uma ferida incicatrizante dentro de você
incicatrizante...

E pelo espelho eu vi...
As pessoas são insubistituiveis
“Eu não consigo amar você!”
E a Ferida foi aberta em mim.

Palavras podem mudar tudo na vida da gente
E a minha nunca mais foi a mesma
A minha máscara não cai...
Eu preciso dizer que te amo
E eu preciso ouvir isso de você também
..............................................

O mundo acabou mesmo.
Eu não! Minha ferida ainda estava aberta
Recriaram você pra mim por apenas um dia
E por um dia, fui feliz a minha vida toda.

Os seus olhos grudaram para sempre
Más antes eu ouvi
“Eu amo você David, Eu amo você!”
Por um dia; uma vez...
Você não se lembrava de si...
.......................................................

Ao seu lado, eu também dormi pra sempre
Sempre....
E sem ferida nenhuma.
E por pelo menos um dia, fui pra você o que você foi pra mim a minha vida inteira
Eu te amo,
Pra sempre.
Sempre...

Inteligência Artificial
Por Diego Sênesi
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# Posté le dimanche 26 octobre 2008 14:58

Modifié le dimanche 26 octobre 2008 15:47